terça-feira, novembro 27, 2007

Comparando Previsões do Tempo I

quinta-feira, novembro 22, 2007

Capim com Poeira Vodcast Beta 1


Teste de Video Podcast para a Galera MTB em São José dos Campos, Jacareí etc.
Previsão do tempo do CPTEC para esse fim-de-semana no Vale do Paraíba do Sul, 22 a 25 de Novembro de 2007.

segunda-feira, novembro 19, 2007

Até Aparecida na Lama - Um Clássico do Várzea Bike


Rafael conta aqui a triste estória dos desgraçados que decidiram sair em peregrinação rumo à Basílica de Aparecida:

"Amanheceu e a chuva estava lá pronta para acompanhar aqueles que se aventurariam a chegar a Aparecida pela a estrada dos Romeiros agora batizada Trilha Do-Mingau, pelo Sobrinho, lógico.
Horário cominado para a saída, 7:00hs, na Padaria Nove de Julho, as 6:45 liguei para o Guto para saber se estava tudo confirmado. Ele disse estou saindo de casa a caminho da nove de julho. Em seguida liguei para o Adilson: Adilson disse que o Valdir não ia, pois o Bóia também não ia, aquela viadagem de sempre. Fiquei esperando..esperando...igual a um corno.
Chegamos na padaria 9 de julho. O Guto disse que o Bóia foi até a padaria e resolveu ir. 7:20hs esperamos...esperamos...
Nós então resolvemos partir para a jornada de 118 KM na padaria nove de Julho até a basílica de Aparecida via estrada dos Romeiros. O trajeto é muito plano a altimetria é abaixo de 350 m de ascensão (???), mas o barro deixava a bike muito pesada. Fizemos a primeira parada em Caçapava para lavar as bikes e passar óleo, e seguimos viagem. Pedalamos na faixa de 28 km/h (amanhã a gente confere isso com os dados do GPS, hehehe), ritmo forte para superar o barro da estrada. Ao cruzar a estrada que leva a Campos do Jordão paramos, No Leite na Pista, para comer um pão de queijo delicioso & esperar o porra do Bóia , e nada de Bóia .....
No Km 85 paramos para almoçar no Zé Colméia, comida caseira muito boa. Ficamos esperando o Bóia chegar como aquelas mulheres de Atenas. Enfim o Bóia surge em meio a chuva, lama e barro, com uma cara ho-rrível! E o pior é que a boneca tava nervosa, não sei porque até agora porque nem gosto de frescura.
Depois do pití seguimos a odisséia rumo a Basílica de Aparecida. Quando chegamos estávamos pior que furador de cisterna, barro da cabeça aos pés!
Meu amigo Adilson disse: -Na hora em que a gente entrou na Basílica e você ajoelhou Rafael, eu juro que vi escorrer uma lágrima do olho da Santa!!!
Após um banho de pia no banheiro da igreja, paramos com as blasfêmias e pecados e voltamos de carro para São José dos Campos.
Para finalizar quero deixar registrado aqui que o Oton tinha razão. Realmente esse caminho foi o pior, uma merda! Barro, chuva, lama, mingau, estresse , vento, só na várzea e muitos quilômetros.
Abraços à todos que com muita honra cruzaram o trajeto e para aqueles que
não foram, ano que vem tem mais."

Falou Rafael! Onde coloca o nome para NÃO ir?

terça-feira, novembro 13, 2007

Receita da Vovó para Picadura de Inseto


Chega à redação missiva do nosso colaborador habitual e eventual, Hélvio. É uma retificação da receita da vovó para picadas de insetos, muito comum no MTB e na roça também.

"A receita é a seguinte ;
-100g de fumo de rolo (de preferencia dos bão + - $ 6,00)
- 100g de alecrin, (pode ser desidratda + - $ 1,00)
- álcool 96gl, (+- $ 2,15)
- vidro de + - 300 ml, (tem em casa)
Custo total $ 9,15, dói menos que uma picadura! hahaha

Fumo-de-rolo e alecrim você encontra no Mercadão Municipal, vidro e álcool na sua casa. Faz-se a mistura, deixa-se curtir até ficar escura. Mature a parada durante +- 1 mês
Aí é utilizar a cada picadura de QUALQUER inseto da seguinte maneira:
Quando sentir a picadura, umedecer um paninho ou a própria camisa e aplicar no local dolorido. O preparado special Made by Vovó absorve o mardito.
Estou preparando e vou levar uma amostra sempre, em um frasco tipo colírio.

Sds

Helvio"

segunda-feira, novembro 12, 2007

Carrapatos & MTB, como Matar e não Morrer


Depois da pedalada, você está em casa vendo tv quando de repente sente uma coceirinha bem de leve. Com a unha cutuca uma espécie de casquinha, ela é bem presa, você puxa e ela sai, você olha de perto e vê um monte de perninha se mexendo. Parabéns! Seu primeiro carrapato! Taí uma Realidade Inescapável do Mountain Bike. Se você faz MTB já viu muito e ainda vai ver mais.

Esse tinha tudo para ser um causo de gozação, entretanto a coisa nem é brincadeira. Você pode até pegar uma doença do Amblyomma cajennense (Fabricius), então fique ligado! Ele gosta de locais úmidos e na sombra. Cuidado onde senta, o melhor lugar é um barro bem batido e limpo.

Mas tá, mesmo assim não tem jeito, você vai ser vampirizado novamente. Dá próxima vez você faz assim, molha com álcool que o carrapato morre desidratado. Antes de morrer ele recolhe a boca, isso aí na foto que talvez você nem saiba, mas está dentro de você. Senão vai ficar coçando alguns dias, os pedacinhos ficam lá dando alergia. Nos livros antigos os caras aproximam a brasa do cigarro do bicho. Em reunião especial o Comitê de Segurança do Capim com Poeira determinou que isso pode ser perigoso. Então usa alcool gel, ele morre embriagado, feliz na morte nem sofre.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Assim Batalhas Foram Perdidas...ou...O Capim e a Tropa


QUE POSIÇÃO É ESSA FANFARRÃO?!

Por menos que isso Napoleão perdeu a batalha de Waterloo! Ou é o Armstrong em posição de acelerar? A Redação do Capim com Poeira suplica por conteúdo, mas essa parada aí sua está esquisita eim mermão?

LUIZÃO, ATENÇÃO! PEDE PRÁ SAIR!

Vamos falar a verdade aqui, a foto só saiu porque o pessoal da redação gostou da luvinha rosa da Márcia, nossa bonitona de plantão. Ainda bem que num é um macho parado ali ein Rafa? Por via das dúvidas o Capitão Morrimento manda um recado:

TIRA ESSA LYCRA PRETA!!!

Não gostou?

BOTA NA CONTA DO PAPA!

quarta-feira, novembro 07, 2007

Abelhas Filhas da Puta!


Sabadão, pedal das três, já sabendo que a gente ia pegar uma chuva, havia pedalado forte passando o Pagador andrade direto rumo à represa. No caminho avisei que ia passar do Bar das Meninas, indo direto para a Pedra. Na Pedra achei que com o horário de verão era uma boa idéia ir nadar na Laje, a praia da represa do outro lado do morro. Subi o morro e fiz um lanche, esperando a galera chegar. Vicente e Kai, expatriado alemão, chegaram logo. Uns quinze minutos depois, com cara de cansados, aportaram Rafael e Guto. Todo mundo afim de tomar um banhão na praia, começamos a descer.

Chega-se a essa praia através de um vale em anfiteatro, com os lados bem íngremes. O single track é antigo, está bem encaixado. Logo no começo da descida existe um arbusto e foi ali que aconteceu. Senti uma picada forte nas costas, entre a mochila e a camisa. Passei a luva por baixo do camelback e senti um monte de abelhas. Eu nem tinha parado, mas quando vi que era abelha e vinham mais, joguei a bike de lado e saí correndo. Ainda escutei o Vicente perguntando Que foi? eEle não estava entendendo nada, o jeito que eu saí correndo e me batendo, e eu gritei Abelha! Abelha!

A melhor coisa que fiz foi sair correndo. Quando a primeira abelha é morta esmagada, o cheiro dela deixa as outras malucas e elas partem para um ataque suicida. Em vez de dar palmadas, o negócio é tentar jogar a abelha para o lado. Mesmo usando todo esse know-how de quem já foi vítima de abelhas africanas na infância ainda tive um prejuízo grande. Tomei seis ferroadas. Duas na testa, duas na mão esquerda e duas nas costas na linha da cintura. Cada uma pior que uma facada, o pior é que a dor continua por várias horas. Muita dor.

Quando eu parei de correr já estava no outro lado do vale, quase chegando de novo em cima. A bike ficou lá onde eu tinha jogado. Falei, Faz uma caridade aí, por favor pega lá minha bike. Resposta, um olhou para cara do outro com cara de eu não. O Vicente, que é um cara virado na trilha teve uma boa idéia. Vamos no palitinho! Nessa hora, Guto, mil horas de praia, lançou: Olha, tem que ser tipo uma missão, vai todo mundo junto, se acontecer alguma coisa um ajuda o outro. Pensei, É, ajuda a correr cada um prum lado. Mas ficou só nisso, foram lá e nem tinha mais abelha nenhuma.

Voltei pedalando mais forte ainda. De raiva. Fazia tempo que não voltava tão rápido. Com a chuvinha que refrescou a pele e por ter suado o veneno, não inchou muito. Só a mão. Nela o que ouve foi que só vi o ferrão, que fica preso injetando a toxina, em cima do morro, os outros tirei passando a mão. Depois que cheguei em casa tomei um banho, fui na farmácia e por conta própria me receitei um Polaramine. Aqui cabe um alerta, mais de 15 picadas, principalmente na cabeça, corra para o pronto-socorro. Tomei o repetab de 12mg e a mão desinchou na hora. Capotei e no outro dia acordei novo.

Só estou contando essa parada por insistência do Guto que afirma que esse é o terceiro episódio com abelhas e mountain bike nesse mês. Fiquei muito puto comigo mesmo por não ter me ligado que havia abelhas, um enxame, por ali. Eu matei a primeira abelha e o enxame se defendeu. Dei uma olhada na internet e o recomendado é correr mesmo. Um humano saudável corre mais rápido que uma abelha. Outra coisa, continue correndo. As danadas me perseguiram por mais de trezentos metros!

É isso aí! Cuidado para não levar ferro! Abraços do ferroado Oton!

terça-feira, novembro 06, 2007

O Negócio é Cerveja Mané!


Essa veio prontinha prá gente. Sabe aquela cerveja que a galera gosta de tomar depois e até durante o pedal? Prepare-se, agora ela é considerada medicinal. Uns caras em Granada fizeram uma pesquisa que é uma bomba!

Mané Garzon, Professor da Universidade de lá, colocou outros manés para correr numa esteira, 40 graus Celsiu, sob condições científicamente controladas. Depois deu dois copos de cerveja e água prá metade e só água para o resto. Ficaram nessa babaquice vários meses e concluíram que:

Consumo de cerveja moderado após atividade física intensa é recomendado em uma dieta atlética. Auxilia na rehidratação e recuperação energética.

Mas calma lá!!! Só duas latinhas para os homens e uma para as mulheres.

Já a Academia Capim com Poeira de Fermentados, Destilados e Cachaça em Geral afirma que quando a coisa é séria mesmo, depois de um pedal mtb forte, o cabra troca a primeira cerveja por uma cerveja preta (stout), duas gemas de ovo e duas colheres de sopa de açúcar, bate tudo, engole duma vez o reconfortante tônico e tá novinho prá subir na bike! Serve prá ressaca também...