Reconhecimento do BigBiker 2008 em Taubaté
Em primeira mão Texto do Oton sobre o pedal de ontem:
"Pedal intenso ontem em Taubaté. Chegamos cedo. O caminho foi tranquilo até a APAE em Taubaté. Os prédios antigos e o estacionamento sombreado as oito da manhã.
Nos arrumamos ao lado da capela. Ali pelas 08:30 um pessoal saiu adiantado. Combinei com o Guto e com o Rafael, que cuidaria da navegação por gps, que ia indo na frente com a galera. Esperava no topo da primeira subida séria. Onde aconteceu um desafio no ano passado.
Pelo que eu entendi, o reconhecimento desse ano foi organizado extra-oficialmente pela Equipe Pedala Vale. O Coquinho estava com uma camisa com um endereço na internet inexistente, vai entender. Bom, é o Coquinho, o Bóia e mais uns caras? Sei lá, uma sub-facção do Capim com Poeira.
No topo do morro. Fiquei uma meia hora lá; de bobeira. Foi legal, dei uma caminhada e tudo. Passaram várias turmas. Com o tempo chegaram Paulo, Carlos e Laerte. O Paulo com uma câmara celular amarrada na cabeça. Esquema tipo Professor Pardal! Manda o filme que a gente passa aqui mermão!
Logo chegaram Rafael e Guto. Esse grupo foi mais ou menos junto até a separação entre o pró e o sport. Depois, eu Guto e Rafael seguimos pelo sport e não vimos mais os caras. Depois desse pedaço eu fui meio indo junto com o pessoal da Academia Winner. Digo, com a vanguarda desse pessoal. A Joana, que estava com um grupo atrás se perdeu. Ouvi falar que foram vistos em Jambeiro!
Eles devem ter se perdido dentro de um reflorestamento. Tem um lugar, uma saidinha sem-vergonha, onde se deve sair da estrada principal e pegar um drop para a direita. Só pode ter sido lá. Eu só não dancei nessa também porque segui dois caras que conheciam o caminho. Mais na frente encontrei de novo Guto e Rafael. Disseram que mesmo com o GPS pegaram o tal caminho errado. Com o aparelho logo notaram o erro e retornaram.
Por aí andei um bom tempo junto com o André e eles também. O difícil foi convencer os caras a fazerem pit stop. Quando fizeram ainda querendo ficar no Sol que nem bobo. Acho que aí começavam os primeiros sintomas de confusão mental dos caras.
Eu me alimentei direito e fiz as minhas paradas. O passeio inteiro foi bem mais alto-astral que o do ano passado. Em nenhum lugar passei mal. Comi três bananas, quatro barras, dois club social e um sanduíche e meio de queijo e mortadela. E hidratei. Cara, fui o tempo todo de bom humor e curtindo o visual.
Depois daquele super downhill agrupamos no barzinho. Lá comprimentei o Coquinho pelo passeio. Para você ver como é essa coisa de opinião pública. Eu achei o passeio super legal. Mas tem uma galera que está querendo matar o Coquinho porque ele deixou a galera se perder.
Depois do barzinho a volta é tranquila. Subidas suaves e longas. Rafael tinha informado no morro que tinha compromisso com a esposa para as duas horas. Eu a considero muito, mas considerei mais a possibilidade de uma cãibra e optei pelo meu conforto. Saem de cena Guto e a porra do nosso navegador.
Fui junto com o André, que estava mal das pernas. Fizemos uma parada num alto, na entrada de uma mansão. Aquela última boquinha para chegar inteiro. Um meio sanduíche de primeiros-socorros para o André. Logo depois havia um arraial. Era ali que era para eu ter entrado à direita. Fui reto pelo asfalto e me perdi do cara.
Depois de um bom trecho de asfalto bati na Dutra. Em um posto o cara me ensinou um atalho que me levou direto na APAE. Fiquei tão contente que o atalho deu certo que nem reclamei com o Rafael, nosso navegador."














