segunda-feira, março 29, 2010

Rafa Jedai Terceirão!


Mostrando que não esqueceu o MTB raiz que aprendeu com a gente, nosso amigo Rafa faturou um glorioso terceiro lugar no BigBiker 2010 Itanhandú. Aquele que se não impressiona, pelo menos garante o patrocínio das bananinhas Paraibuna.

Mas o que ele mostrou mesmo, além das pernocas imberbes, foi que está pedalando direitinho & competitivo. Triathlon, as vezes faz bem à sua saúde! Ele conta:

"OTON,
Foi puxado! Como sempre!

Singles tracks e descidas com muita trepidação e SOL FORTE! Esse foi o BIG de Itanhandú.

Fiz um bom aquecimento ! Larguei e fui forte , cheguei a estar com 24,5 km/h de média até o KM 40. Depois chegou o final o rendimento foi caindo.

A socação vai minando...

Uma subida da Serra do Palmital com 8km, de resto foi uma Prova de Endurance total...

Com gostinho de Podiummmm 3º LUGAR.... AHH MOLEQUE!

Ô lugarzinho difícil de freqüentar ...."

sexta-feira, março 26, 2010

História do MTB 1980



Olha, essa é só para você não chegar aqui todo alegre e não ter nada novo. Vou ser sincero, ando trabalhando demais, matando vários leões por dia! A maior parte do movimento está mesmo no http://twitter.com/tom_bike. Até isso aqui!

Filmes muito foda, educativos, mostrando como se formou essa nossa Cultura MTB.

Defendo a tese que o Estilo de MTB Capim com Poeira, trazido aqui para São José dos Campos direto de Guaxupé, pelo Adílson Sobrinho & Desenvolvido por Vários, tem muito mais a ver com o verdadeiro MTB do que camisas de lycra, asfalto e toda essa frescura que a gente vê hoje em dia.

Os caras são muito doidos, fazem até fogueira!

Ainda bem que São José dos Campos é a Meca do MTB Brasileiro! A minha Coca-Cola, dai-me com limão e gelo, please!

quarta-feira, março 24, 2010

Pneu MTB Direcional ou Não?


Dois pneus novos na Pimentinha, atrás Michelin Country A.T. 1.95 & na frente Maxxis Medusa 2.1. Via uma super-orientação e condições facilitadas na Hardtrack!

Mas o assunto não é merchandising e sim a parada do tipo do pneu. Eu tinha na frente um 2.1 Velociraptor, mais velho que o deixa para lá e atrás um high roller 1.9. Para quem não conhece, na frente um travado e direcional e atrás um quase liso, quer dizr, completamente careca e com travas não direcionais na "faca", do lado.

Agora inveRteu, mas acho que vai dar certo, vamos ver. O Medusão na frente, com pressão média/ baixa e o Michelin mais em conta atrás, cheio. Acho (?) que também vai ficar melhor depois da meia-vida. Depois eu conto.

O review do Medusa diz ""Great value, top performing wet conditions race tyre that'll run OK all winter" que traduzindo informalmente quer dizer "BBB (bom, bonito & barato), desempenha bem na lama & vai andar bem durante todo o inverno". Tomara!!!

Se tiver algo a dizer sobre o tipo de pneu que gosta de usar, ou qualquer merda mesmo, fique à vontade para se manifestar. Talk is cheap como diz a Madonna. Pode até gozar do pneu rosa; ando super Zen de tanto pedalar SOLO!

Você não anda nada!!!


Esse aqui é só para quem acha que anda muito de MTB...Enjoy!!!

sexta-feira, março 19, 2010

Piçarra Na Trilha (1 contra 60)


Ontem, aquele esquema, liguei para uns trinta malandros & acabei pedalando sozinho.

Noite linda, condições perfeitas no singletrack, céu estrelado.

Tava tão bom que até aquela parte escura onde pula o trilho estava clara.

De longe dava para ver a máquina pesada que o pessoal da obra na ferrovia, da Solotrat, deixou para trás. Tava num canto e eu e o Enrico arrastamos para o meio. Pesada praca, um tubo lá está pedindo uma bandeirinha. Só não coloquei para não dar bandeira!

Mas o melhor ou o pior estava por vir. E não apareceu no porviroscópio. Fui pedalando no ritmo. O meu. Coisa deliciosa, no pedal solo.

Uma boa parte do tempo pensando nos diversos significados da palavra porra. E em como é bonita a forma que o português brasileiro se aproveita dela. Desde o porra que lindo! (as estrelas!) passando pelo porra motorista! (o cabra que teve a manha de me fechar na beira da estrada ali na represa, devia ter tomado o dai-me o fdp).

Tava tão legal, e eu tão Zen que o sujeito escapou da estilingada.

Chegando na Pedra dos Olhos, quer dizer, passando, me larguei no downhill. Afinal Rafa Jedai tinha me garantido que a estrada estava lisa e talz. Lisa é o caralho, cheio de piçarra, quase caí no final, depois que passou a fazenda eu soltei e daí naquela curvinha, meu, o pneu afundou nas pedras!

O Cavaleiro das Estrelas se explica:
" Put's verdade
depois do pico da pedra, na descida
colocaram umas britas ,
a bike fica solta, tá sinistra a parada lá..."

Na dica do amigo, desci sem nem me preocupar, dei uma sambada e quase tomei um tombo tipo M. Ele riu: "Ainda bem que vc é um biker peso-pesado, MAU & anda com pneu largo & pouca calibragem."

Porra nenhuma, ainda bem que eu não apavoro! Adrena foda! Parei na capela e rezei! Rapaz, eu ia ficar deitado ali até o ônibus passar por cima!!!

Teve uma hora que o pneu traseiro, 1.9, afundou! Até que estabilizou, virou uma quilha!

Mas tá, to vivo.

No final do pedal, pulando o trilho do trem, chegando no Paratehy, cruzei umas 60 mountain bikes, quase já de volta na Urbanova.

Aí fica um recado para a turma, que eu vou pedir para o Ramiro passar:

Primeiro parabéns, apesar de vcs ainda estarem técnicamente do lado de cá da volta da Represa, aquilo ali já é singletrack noturno. Para ser mais exato vcs fizeram em torno de uns 15 metros de single!!! Leva uma medalhinha pela coragem. Aquele pedaço ali antes de atravessar o trilho.

Para quem estava na frente, aquela hora onde eu falei: "Para! Essa porrae aqui é 60 contra 1! EU VOU PASSAR!" Obrigado por não terem me linchado ali na hora & me esmagado sob suas duras sapatilhas spd.

Como quem estava na frente sabe, a gente não para um cara MAU, que anda solo noturno & está de mau humor. É como andar no asfalto, faz mal à sua saúde!

A segunda coisa é que agora só falta encontrar vocês do outro lado da Volta da Represa. De noite, claro. Ou escuro...

terça-feira, março 16, 2010

São José dos Campos, Meca do MTB Brasileiro


Tateando ainda no twitter, hoje tive o prazer de ser citado e depois retuitado pela Revista VO2. Ela havia tuitado a vitória de um speedeiro aqui de Sanja. Eu os citei e mandei:

-Grande São José dos Campos. Fornece campeões nas rodinhas finas & é a Meca do MTB Brasileiro (me cutuca que eu explico pq ;)

Rapaz, e não é que me cutucaram? É foda postar só com 140 caracteres! Respondi em vários tuítes porque aqui é a #mecadomtb:

-São José dos Campos é a Meca do MTB brasileiro por sua localização geográfica privilegiada para a prática do esporte.

-São José dos Campos,a Meca do MTB pq Serra da Mantiqueira, Serra do Mar, Serra da Bocaina, Serra do Arujá, Serrote do Jambeiro.

-São José dos Campos é a Meca do MTB tmbm pelas várias lojas de bike de alto nível na cidade.

-São José dos Campos, Meca do MTB pq em 15 minutos vc chega, de bike, na trilha!

-São José dos Campos, Meca do MTB pq aqui nasceu o Estilo Capim com Poeira, atualmente verdadeiro Movimento Social, abrangendo desde uma Cultura própria até virar Lenda!

@revistavo2 aí perguntou: E Minas Gerais???

Respondi:

Minas Gerais também é legal http://tinyurl.com/minas-mtb , mas SJC tem montanhas mais altas com vegetação luxuriante. E continuei:

-Falando em MG, Gonçalves é bem mais perto de São José dos Campos que BH. Itanhandú tmbm. Em resumo, a Serra da Mantiqueira manda no MTB.

Além de tudo isso, a gente aqui recebe bem os novatos:

-Aqui em São José dos Campos tem o estilo de MTB Várzea Bike, http://tinyurl.com/varzea-bike, MTB no plano, bom para a turma mais cabaço.

Mais ou menos isso. O tal do tuíte é legal e útil, melhor que veneno do sapo ou o tal do Daime.

Vai lá, se inscreve e antes de começar a me seguir http://twitter.com/tom_bike, olha essas imagens lindas de Sanja.

segunda-feira, março 15, 2010

Pedalada Pelada

Pedalada pelada passa pela Augusta. on Twitpic

Se é a favor de bicicleta a gente também é a favor. Isso é o que eu chamo de "by any means necessary"!

A melhor foto é essa aqui ó:

http://tinyurl.com/peladona

Quer dizer, a bike né? A pessoa tá precisando pedalar muuuuuito ainda!!!

sexta-feira, março 12, 2010

Palavras e Expressões "na Moda"


Palavras vão, palavras vem, e isso também vale para o MTB. Agora transformado em movimento cultural de massa. Até o nome da nossa antiga turma do pedal em São José dos Campos, o Capim com Poeira, virou Estilo de MTB praticado na cidade. Mas não é o único.

Tem um estilo bem radical, o estilo Ogro. Outro dia pedalando com um deles, um Ogro senior, ele me assoprou que vai começar a dar. Dar treinamento de alto nível no MTB. Olha, o cara manja e tem boas credenciais. Eu recomendo!

O que eu discordei foi do nome. Ele tá pensando em chamar a coisa de "Clínica de MTB". Fiquei meio assim, porque afinal, o nome, o significado, remete ao fato que você está doente e o cara vai te curar? Nem é isso. Ele me explicou que é um treinamento de alto nível. Aí eu perguntei, porque não chama de Treinamento de Alto Nível? Claro que eu não estava entendendo.

A coisa, na verdade, é o que se costuma chamar no dicionário de Workshop; ou de Oficina. Mas daí o Guto me falou que esse jargão está na moda. E quem tem "clínica pra tudo".

To sabendo. Até criei um tag no twitter http://twitter.com/search?q=%23palavranamoda. Com vários outros atentados semânticos.

Mas como o que importa é pedalar; vai lá e pedala com o cabra enquanto é de grátis!!!

quinta-feira, março 11, 2010

B.A.S.E. wtf is that?

Montagem de foto de divulgação da Excel Imóveis, imagem do satélite GeoEye do Google Earth e foto do Rodolfo da Revista Pulse.

Alguns mais puristas podem achar que estou desviando do assunto, mas essa tinha que sair aqui. Nosso amigo Rodolfo, da Revista Pulse, mandou muito bem numa reportagem sobre um salto realizado localmente.

Achei bacana também a análise crítica cidadã, o protesto, que ele faz sobre as opções para o desenvolvimento urbano de São José dos Campos. Mais informações aqui.

Se você quiser saber mais sobre nossa urbe dê uma olhada no meu outro blog "sério". Ou seja, onde você ri menos. Porque aqui o negócio é mais rock'n roll. Vai pensando no tamanho do prédio, de onde os malucos saltaram!!!

terça-feira, março 09, 2010

Bruno e a Bicicleta MTB Elétrica



Grande Bruno demonstrou sua bike elétrica para nós. Novidade aqui no Brasil, já foram vendidas mais de 20 milhões na China.

É uma bicicleta MTB normal, com um kit com motor bateria e rodas importado. Bruno desenvolveu o primeiro protótipo que demostra aqui & já constituiu empresa. Breve chega a primeira remessa de kits. Quem quiser o contato dele é só falar comigo.

Aqui fotos mostrando a bike pronta com um fundo bem aeronáutico.

segunda-feira, março 08, 2010

3333


3333, número cabalístico dessa foto composta e densa. Falta de assunto é uma coisa séria, remete a esse tipo de malabarismo criativo. Mas espere aí, se eu me lembrar do que eu pensei agora faz pouco, isso vai ser interessante.

Bamboo Fabric não é uma fábrica de bambú, é o tecido da minha luva nova de MTB. Na verdade o tecido de dentro que entra em contato com a pele. é como uma seda, ou um nylon de qualidade, mas que por ser orgânico, fibra natural, respira. Mas não tanto a ponto de empapar como o algodão, por exemplo. Fiquei pensando em como esse pessoal da Pearl Izumi é caprichoso. Qualidade e desenvolvimento do material.

Um exemplo de sucesso pela qualidade, local, é a Proshock. Me surpreendeu positivamente numa bermuda básica de MTb que eu adquiri faz algum tempo. A única coisa que eu mudaria seria eliminar os bolsos que fecham com velcro dos lados e colocar um bolso de velcro pequeno atrás. Ah, talvez também um bolso secreto por dentro na frente.

O livro foi só por causa da cereja que eu achei saborosa & da cor da capa que compunha bem com o bottom verde. Acabei agora de degustar esse J. G. Ballard recente. Um profundo estudo da psique, da cultura humana que se afigura nesse bravo novo milênio. Ao mesmo tempo romance de mistério, que apesar de descrever uma chacina, mantém a assepsia britânica tradicional. Uma pérola da literatura que sobreviveu a uma péssima tradução para o português brasileiro. Traduzir running wild como corrida selvagem? Para ser lido várias vezes e compreendido em vários níveis.

Falando em níveis. Respeito no MTB é adquirido do outro lado da volta da represa. A opinião que conta e vale, pelo menos para mim, é aquela expressada ao vivo & a cores por gente suja e suada. É a tal da credibilidade. Sentar atrás de uma tela e fazer uma redação sobre mountain bike é uma coisa. Pedalar é outra coisa. Ando até pensando em levar um gravador nos longos pedais solos matinais e gravar um podcast em vez de escrever aqui. Meu medo é matar meu mp3 com meu suor corrosivo. É por causa do meu tipo de sangue. Sangue bom; bom para derreter alumínio 6061 e 7005.

Até para falar da previsão do tempo com propriedade no mountain bike é preciso estar do lado de lá do Rio Jaguarí. Mas claro que a gente sempre lê uma coisinha aqui, uma coisinha ali. É como dizia o Samuel Goldwin da MGM,"Never make forecasts, especially about the future.". Evito sempre fazer previsões, principalmente sobre o futuro!

terça-feira, março 02, 2010

Pequeno Papo sobre Lubrificantes para MTB


Essa tava na gaveta desde o ano passado. Uma troca de emails com o Maurício, Capim com Poeira Fundador, lá da Urba. Esse é antigo! Comprei dele minha primeira suspensão, uma Manitou de elastômero. É o cara que eu conheço que fez a Volta da Represa antes de todo mundo aqui em São José dos Campos. Em resumo, o cara é rodado na mountain bike!

Comçou ele me perguntando:
"Ola Tom,

Vc já usou o finish line ceramic? o que achou?"

Respondi: -Usei sim, o Guto que me deu, comprou no aeroporto em Boulder. Sabe, não gosto de lubrificante a base de óleo, mas esse me surpreendeu positivamente. Fica
bastante tempo na corrente, nas minhas condições, tipo 150 a 200km. É bem seco para um óleo, melhor passando de véspera, mas ainda suja um pouco a mão...

Completei comentando: -Usei muito o krytech, lubrificante seco tmbm da finish line, é um polímero sobre parafina dissolvida(Em éter? Ou algum solvente desses). Mas achei que tava saindo muito só com a poeira e durava só de 40 a 50 km. Fica ótimo, super limpo, não suja a mão...

Atuamente to usando o finish line seco, com teflon (um polímero tmbm né?). Ele aguenta melhor as chuvinhas que tem dado, e dura seus 60km se o cara não tiver pena de gastar. Tem que esguichar mesmo para funcionar. Quase não suja a mão.

Meu amigo Maurício replicou: "-Já usei o finish seco, porém é o que voce disse, gasta muito, atualmente uso o finish cross coutry HUMEDO, dura pra caramba, e também suja muito. Ultimamente estou "sem tempo" para limpar bike. Sempre consulto a MTB review, acho que dá pra ter idéia porque todos os produtos que usamos são importados mesmo né? Usei também um nacional (Bike Lub) mas atrai muita sujeira. "

Pequeno debate que é quase um curso sobre lubrificantes para bicicleta, né?


Acabei de comprar na hardtrack um Joe's Noflats Dry, também seco com teflon, e estou testando. Primeiras impressões: Caro demais, e é tipo um leite. Será que é porquê tem mais teflon?

De qualquer jeito, até hoje, ainda não encontrei melhor que o White Lightning. Alguém vivo no MTB ainda se lembra???

segunda-feira, março 01, 2010

Luz Gambiarra para MTB


Acabando o horário de verão entra em pauta o assunto pedal noturno. Sabadão fiz um extra morro e acabei chegando com Enrico bem escuro. Tempo legal e sem chuva, apesar de eu ter tuitado que a chuva só parava na terça. Mancada ein?

Acho que já postei o suficiente sobre faróis aqui. Agora chegou a hora da gambiarra! Farol improvisado, mas que funcione. Procure poraí que você acha muita coisa. O Osvaldo mesmo já vi rodando com uma lanterna de caça & pesca, 1 LED potente, amarrada no capacete.

O que eu gostei nessa engenhoca acima, que eu perdi o link onde achei para dar crédito, é o cara usar câmara-de-ar de bike para firmar as lanternas. Faz um furo um pouco menor que o diâmetro da lanternas nos dois extremos de um pedaço de câmara de uns 12 cm (depende do tamanho da lanterna). Forra a parte que encosta no guidão com borracha também e pronto. Custo 0!