La Ruta de la Muerte
Chegando da Bolívia, onde esteve com Guilherme e Bortola fazendo montanhismo no Condoriri, o super André manda notícias dum downhill na Estrada da Morte. Ele conta:
É perigoso mesmo. Um total de 32 ciclistas mortos!
Logo no inicio, falamos pro nosso guia que andávamos de bike no Brasil & que queríamos algo com mais emoção. E foi o nosso caso, ganhamos um singletrack de responsa... Algo parecido com o Saracura (pista de DH). A diferença era o ângulo de inclinação da montanha e sua altitude.
A 4600 metros do Nível do Mar, respirar já é um esforço. Pedalando com força sobre as pedras e gelo a emoção aumenta. Nosso singletrack foi de 15 km. Grandes trechos de adrenalina & sangue frio. Sem dúvida não foi um programa de turista. Loko ao Extremo!
DH de qualidade com o nome de single.
Depois vem a "estrada da morte"... Ela não tem tantos desafios assim, estradão XC. É como o trecho de serra da estrada "Oswaldo Cruz" que liga Taubaté a Ubatuba. Só que de terra, cascalho, estreitinha e sem proteção alguma nos penhascos de mais de 300 metros de alturas. A vantagem é que só se cai uma vez....
Depois de sentir o gosto do medo a velocidade fica insana. Chegamos fácil a 60km/h. Fomos ultrapassando turista por turista, até ficar com a estrada livre para os brasileiros.
Cada curva era uma emoção diferente, um visual novo, um risco maior.
Resumindo é o seguinte: Você despenca de 4600m no frio de menos 5 graus Celsius para 1100m no calor de 20 graus!
São 80km a descida pela "DEATH ROAD". Recomendo a todos os bikers.
I SURVIVED!!!"
